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quinta-feira, 28 de junho de 2007

Teste (II)

Mais um da canochinha, se bem que um pouco atrasado:

YELLOW

You are very perceptive and smart. You are clear and to the point and have a great sense of humor. You are always learning and searching for understanding.

Find out your color at QuizMeme.com!

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Boy Likes Girl

"Girl: What's wrong?
Boy: I like this girl so much ...
Girl: Talk to her!
Boy: I don't know. She won't ever like me.
Girl: Don't say that. You're amazing.
Boy: I just want her to know how I feel.
Girl: Then tell her.
Boy: She won't like me ...
Girl: How do you know that?
Boy: I can't just tell her.
Girl: Well just tell her.
Boy: What should I say?
Girl: Tell her how much you like her!
Boy: I tell her that daily.
Girl: What do you mean?
Boy: I'm always with her. I love her.
Girl: I know how you feel. I have the same problem. But he'll never like me ...
Boy: Wait. Who do you like?
Girl: Oh some boy ...
Boy: Oh ... well she won't like me either.
Girl: She does.
Boy: How do you know?
Girl: Because, who wouldn't like you?
Boy: You.
Girl: You're wrong, I love you.
Boy: I love you too.
Girl: So are you going to talk to her?
Boy: I just did.
"

Retirado de uma daquelas cadeias de emails. Mas há aqui uma lição a aprender. :)

terça-feira, 19 de junho de 2007

Teste (I)

Mais um da canochinha:



PS: Acho que nunca provei. Mas identifico-me! :)

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Humor (X)

Humor (IX)

Durante uma visita a um hospital de loucos, George Bush pergunta ao director qual o critério para definir se um paciente está curado ou não.
- Bem, diz o director, nós enchemos uma banheira e oferecemos uma colher de chá e uma chávena e pedimos para esvaziar a banheira.
- Entendi, diz Bush, uma pessoa normal escolhe a chávena, que é maior.
- Não, responde o director, uma pessoa normal tira a tampa do ralo ...

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Humor (VIII)

Definições Interessantes

Status
Comprar uma coisa que você não quer, com dinheiro que você não tem, para mostrar para gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.

Chefe
Aquele que vem cedo quando você vem tarde, e tarde quando você vem cedo.

Homem
Aquele que sonha ser tão bonito quanto a mãe acha que ele é; ter tanto dinheiro quanto o filho dele acha que tem; ter tantas mulheres quanto a mulher dele acha que ele tem; e ser tão bom de cama como ele acha que é.

Mulheres
São umas chatas, os homens as levam a passear, dançar, ao cinema e mesmo assim, ainda vivem reclamando que eles nunca as levam a esse tal de orgasmo.

Casamento
Uma tragédia em dois actos: civil e religioso.

Beijo
Pode ser uma vírgula, um ponto de interrogação, ou um ponto de exclamação.

Advogado
Sujeito que salva os vossos bens dos inimigos, e os guarda para si.

Distraído
Aquele sujeito que na hora de dormir, beija o relógio, dá corda no gato e enxota a mulher pela janela.

Idoso
Aquele que quando jovem costumava ter quatro membros flexíveis e um duro, e agora tem quatro duros e um flexível.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Humor (VII)

Um autocarro cheio de políticos bate numa árvore numa estrada alentejana perto de um monte. O dono do monte, que testemunha o acidente, aproxima-se e encarrega-se de enterrar todos os políticos. Alguns dias depois chega um investigador que vê o autocarro espatifado e pergunta ao dono do monte o que aconteceu aos políticos que estavam no autocarro.
- Enterrei-os - disse o homem.
- Mas estavam TODOS mortos? - pergunta o investigador.
O homem responde:
- Havia alguns que diziam que não, mas você sabe como os políticos são mentirosos ...

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Humor (VI)

Um casal está de férias em Macau. Passeando pela zona do mercado a ver as coisas que por lá se vendem, passam por uma pequena loja de calçado e ouvem uma voz lá de dentro com um linguajar meio chinês a dizer:
- Vocês, estlangeilos! Entlem, entlem na minha humilde loja!
O casal entra na loja e o chinês diz-lhes:
- Tenho aqui umas sandálias especiais que penso que estalão intelessados. Elas fazem ficale selvagem no sexo que nem um glande camelo do deselto, quem as calçal.
A esposa, mostra-se curiosa e interessada. O marido sente que não precisa nada delas, mas por descargo de consciência pergunta ao homem:
- Como é que estas sandálias nos tornam muito mais activos sexualmente?
O Chinês explica:
- ... É só explimentale.
O marido depois de discutir um pouco com a mulher, cede e calça as sandálias. Imediatamente ganha um olhar selvagem, algo que a mulher não via há muitos anos. Era o poder sexual cru e nu! Num piscar de olhos, o marido corre para o Chinês, atira-o para cima da mesa e rasga-lhe as calças.
O Chinês começa a berrar:
- ... Calçou ao contlálio!!! ... Calçou ao contlááááááliio ...

terça-feira, 24 de abril de 2007

Humor (V)

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Humor (IV)


Aleatoriedades (II)


segunda-feira, 9 de abril de 2007

Humor (III)

Uma professora pergunta aos seus alunos:
- Se estiverem cinco passarinhos num ramo de uma árvore e tu atiras num deles. Quantos ficam?
- Nenhum! - Responde o Joãozinho - Todos fogem com o barulho do tiro.
A professora fica surpresa com a resposta:
- Não era essa a resposta que eu esperava, mas gostei do teu modo de pensar!
- Posso fazer uma pergunta à senhora professora? - Pergunta o menino.
- Podes, Joãozinho.
- Três mulheres estão sentadas num banco a comer gelados. Uma está a lamber, outra está a chupar e a terceira está a mordiscar. Qual delas é a casada?
A professora fica vermelha, mas responde, timidamente:
- A que está a chupar ...
- Não! A casada é a que tem aliança no dedo, mas eu gostei do seu modo de pensar ...

O Pescador

Para pensar um pouco:

"Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observou um pequeno barco de pesca que atracava naquele momento trazendo um único pescador. No barco, vários grandes atuns de barbatana amarela. O americano deu os parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e perguntou-lhe quanto tempo levara para os pescar.

- Pouco tempo, respondeu o mexicano.

Em seguida, o americano perguntou por que é que o pescador não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante. O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender às necessidades imediatas da sua família. O americano voltou a carga:

- Mas o que é que você faz com o resto do seu tempo?

O mexicano respondeu:

- Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com os meus filhos, tiro a siesta com a minha mulher, Maria, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho e toco violão com os meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada senhor.

O americano assumiu um ar de pouco caso e disse:

- Eu sou formado em administração em Harvard e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo a pescar e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos de pesca. Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia diretamente a uma indústria processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, o processamento e a distribuição. Precisaria de deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida, para Los Angeles e, finalmente, para Nova York, de onde dirigiria a sua empresa em expansão.

- Mas, senhor, quanto tempo isso levaria? - perguntou o pescador.

- Quinze ou vinte anos - respondeu o americano.

- E depois, senhor?

O americano riu e disse que essa seria a melhor parte.

- Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital da sua empresa ao público e ficar muito rico. Ganharia milhões.

- Milhões, senhor? E depois?

- Depois - explicou o americano -, você aposentar-se-ia. Mudar-se-ia para uma pequena aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os netos, tiraria a siesta com a esposa, iria à aldeia todas as noites, onde poderia beber vinho e tocar violão com os amigos ..."

Autor Desconhecido

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Humor (II)

Pensamentos

Lili Caneças, simplesmente, não pensa.
Rute Marques pensa que é Grace Kelly.
Paulo Pires pensa que é o Diogo Infante.
Diogo Infante pensa que é Paulo Pires.
Pedro Abrunhosa pensa que é António Variações.
António Variações já não pensa mais.
Manuel Luís Goucha pensa que é a Teresa Guilherme.
Teresa Guilherme pensa que é a Manuela Moura Guedes.
Manuela Moura Guedes não pensa, quem pensa é o Moniz.
Luís de Matos pensa que é David Copperfield.
Edite Estrela pensa que é Hillary Clinton.
Ana Malhoa, simplesmente, pensa que pensa.
Júlia Pinheiro pensa que é Barbara Walters.
Herman José pensa que tem graça.
João Baião pensa que vai ser mãe.
Belmiro de Azevedo, com todo o dinheiro que tem, pode pensar o que quiser.
Fernanda Serrano pensa que é actriz.
Paulo Portas pensa que é Deus.
José Mourinho tem a certeza!

O teu chefe pensa que estás a trabalhar.
O meu também ...

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Elogio Ao Amor

Aqui fica um texto que me enviaram e que decidi postar aqui:

"Quero fazer o elogio do amor puro.
Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.
Já ninguém quer viver um amor impossível.
Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito.
Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.
Porque se dão bem e não se chateiam muito.
Porque faz sentido.
Porque é mais barato, por causa da casa.
Por causa da cama.
Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado.
Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-socio-bio-ecológica de camaradagem.
A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível.
O amor tornou-se uma questão, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonados.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananoides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona?
Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha.
Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos.
Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores.
O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor.
A "vidinha" e uma convivência assassina.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino.
O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber.
O amor é um estado de quem se sente.
O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe.
Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E vale-la também ...
"

Miguel Esteves Cardoso in "Expresso"

Humor (I)

Aleatoriedades (I)

domingo, 10 de julho de 2005

A Geração "Rasca"

Já há algum tempo que não escrevia nada. Lamento mas não foi possível por motivos pessoais. Aliás, não será hoje que irei corrigir isso. Hoje tenho mais um texto que não é meu mas que me pareceu interessante.

"Olhando para trás, é difícil acreditar que estejamos vivos.

Nós viajávamos
em carros sem cintos de segurança ou air bag. Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em frascos de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que pedíamos boleia. Bebíamos água directamente da mangueira e não da garrafa. Gastámos horas a construir os nossos carrinhos de rolamentos para descer ladeira abaixo e só então descobríamos que nos tínhamos esquecido dos travões. Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema.

Saíamos de casa de manhã, brincávamos o dia inteiro, e só voltávamos quando se acendiam as luzes da rua. Ninguém nos podia localizar. Não havia telemóveis. Nós partimos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados. Eram acidentes. Ninguém para culpar, só a nós próprios. Tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar isto. Comemos doces e bebemos refrigerantes mas não éramos obesos. Estávamos sempre ao ar livre, a correr e a brincar. Partilhámos garrafas de refrigerante e ninguém morreu por causa disso.

Não tivemos Playstations, Nintendo 64, vídeo games, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, surround sound, telemóveis, computadores ou Internet. Nós tivemos amigos. Nós saíamos e íamos ter com eles. Íamos de bicicleta ou a pé até casa deles e batíamos à porta. Imaginem tal coisa! Sem pedir autorização aos pais, por nós mesmos! Lá fora, no mundo cruel! Sem nenhum responsável! Como conseguimos fazer isto?

Fizemos jogos com pedras, paus, bastões e bolas de ténis e comemos minhocas e, embora nos tenham dito que aconteceria, nunca nos caíram os olhos ou as minhocas ficaram vivas na nossa barriga para sempre. Nos jogos da escola, nem toda a gente fazia parte da equipa. Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a decepção... Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros. Eles repetiam o ano! Que horror! Não inventavam testes extras. Éramos responsáveis por nossas acções e arcávamos com as consequências. Não havia ninguém que pudesse resolver isso. A ideia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível! Eles protegiam as leis! Imaginem!

A nossa geração produziu alguns dos melhores compradores de risco, criadores de soluções e inventores. Os últimos 50 anos foram uma explosão de inovações e novas ideias. Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, e aprendemos a lidar com isso. Tu és um deles. Parabéns!"
Autor Desconhecido

sexta-feira, 17 de junho de 2005

Como Nasce Um Paradigma

"Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada. Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.

Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o facto. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...""

O texto não é meu, mas achei interessante pô-lo no blog. Eu pessoalmente tenho pena dos pobres macacos que levam porrada sem motivo, mas realmente a experiência prova aquilo que procurava demonstrar. Nunca pensaram no porquê de algumas coisas que fazemos sem questionar?

Autor Desconhecido

"É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito."
(Albert Einstein)